terça-feira, 15 de novembro de 2011

A base do engrandecimento

A rotina de nossas vidas às vezes se torna algo tão cansativo, tão estressante, que passamos a ver o mundo e as pessoas com outros olhos. Olhos de desafeto, desamor e impaciência. Deixamos para trás a melhor parte dos sentimentos lindos de amor de que Deus nos deu, e essa falta de preocupação e carinho com o outro, torna o nosso coração cada vez mais duro e de difícil maleabilidade.
Fundamentados na razão do mundo e do que pregam aqueles que de nada sabem e com nada se importam, apenas deixamos de acreditar na bondade dos outros e na capacidade de consertar aquilo que está perdido, de querer enxugar o leite que se derramou ou de reconstruir algo que apesar de ter sido devastado, pode se tornar um novo e belíssimo campo de flores.
Nenhum obstáculo nos será imposto, se não tivermos plena capacidade de ultrapassá-lo. E dessa mesma forma funciona nosso coração. A vida nos apresenta pessoas. Seres humanos como nós, que erram da mesma forma que nós erramos. E então aí entra aquela fala constante em nossas vidas: “Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”. Frase essa, que muitas vezes não levamos à sério ao acharmos que somos perfeitos ou melhor que os outros. Somos apenas uma criatura de Deus, como tantas outras aqui presentes. E desde os primórdios o grande lá de cima nos ensinou: 'praticar o bem, sem pensar a quem' e como Ele já dizia, “perdoai até setenta vezes sete o teu irmão”.
Portanto, a prática do perdão se faz necessária em nossas vidas todos os dias, não só com as pessoas, mas conosco também, pra que possamos ser cada vez melhores e sempre libertos de todas as coisas erradas que fazemos, falamos e pensamos.

O perdão não muda o passado, mas engrandece o futuro.

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